quinta-feira, 22 de junho de 2017

E seguimos por aí a fora
Sem está por dentro
Do que antes nos cabia, e sobrava flores...
Mas sobra espaço na janela...
sobra cama...
Sobra horizontes...
Sobre amor?... sobra.

E seguimos por aí a fora
Sem está por dentro
Do que antes nos cabia, e sobrava flores...
Mas sobra espaço na janela...
sobra cama...
Sobra horizontes...
Sobre amor?... sobra.

infinito, o ponto que a mente do poeta determina como possível morada do seu amor... que nunca se acabe.
infinito, o ponto que a mente do poeta determina como possível morada do seu amor... que nunca se acabe.
...  a velha porteira nem se fechou, deixando amostra o estradão do meu roçado...
por ela muitos  sonhos, restaram as pegadas num chão batido empoeirado...
E ainda ao longe se pode ouvir, pela pastagem rasteira, o som mogido do gado...
E na regência do bem-te-vi , joão-de-barro e
companheira fazem festa em seu sobrado...

E melancólico, eu sei, mas no sertão e assim,
Ao cair da tarde, no ranger e batido da porteira  percebemos..."lá se vai a saudade matadeira."

...  a velha porteira nem se fechou, deixando amostra o estradão do meu roçado...
por ela muitos  sonhos, restaram as pegadas num chão batido empoeirado...
E ainda ao longe se pode ouvir, pela pastagem rasteira, o som mogido do gado...
E na regência do bem-te-vi , joão-de-barro e
companheira fazem festa em seu sobrado...

E melancólico, eu sei, mas no sertão e assim,
Ao cair da tarde, no ranger e batido da porteira  percebemos..."lá se vai a saudade matadeira."

terça-feira, 6 de junho de 2017

Como explicar ao sol,   que seu entardecer, de tão lindo nos encha os olhos,
Ainda que  sua beleza (tardia) nos queime em  saudades... e não sabemos voltar do ponto em que o amor nos permitiu alcançar.



Como explicar ao sol,   que seu entardecer, de tão lindo nos encha os olhos,
Ainda que  sua beleza (tardia) nos queime em  saudades... e não sabemos voltar do ponto em que o amor nos permitiu alcançar.



sábado, 3 de junho de 2017

A poesia declamada que ouço no silêncio,
Tem o som de você.
           E pura exclamação!..  
E o conceito que Deus criou da própria beleza.
Você é o sonho bom  mais humilde dos poetas,  e ele ainda nem nasceu...mas que na simplicidade de compor a vida!  Fez você poesia em canção.
       Seus versos tem luz e brilho que vem de você, e as rimas são fáceis molduras de uma flor, mulher amada... você.

A poesia declamada que ouço no silêncio,
Tem o som de você.
           E pura exclamação!..  
E o conceito que Deus criou da própria beleza.
Você é o sonho bom  mais humilde dos poetas,  e ele ainda nem nasceu...mas que na simplicidade de compor a vida!  Fez você poesia em canção.
       Seus versos tem luz e brilho que vem de você, e as rimas são fáceis molduras de uma flor, mulher amada... você.

Na poesia cabe tudo;  cabe cachos de cabelo nos dedos desmanchando  nós.
Se hoje é poema e eu sei, já  foram versos também e cabe até num caderninho, o grande amor de alguém.
Cabe aqui, cabe acolá, em todo canto que há,
no cadeado quebrado, no silêncio escuro do medo,  lembranças de amor, um segredo... está na emoção do poeta que abre  janelas enfim, que caiba um jardim de você, pra um só tantinho de mim.

Na poesia cabe tudo;  cabe cachos de cabelo nos dedos desmanchando  nós.
Se hoje é poema e eu sei, já  foram versos também e cabe até num caderninho, o grande amor de alguém.
Cabe aqui, cabe acolá, em todo canto que há,
no cadeado quebrado, no silêncio escuro do medo,  lembranças de amor, um segredo... está na emoção do poeta que abre  janelas enfim, que caiba um jardim de você, pra um só tantinho de mim.